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Quarta-feira, 09 de Setembro 2026
Câmara de Teresina tem quatro assessores afastados por ligação com vereadora Tatiana Medeiros
Justiça

Câmara de Teresina tem quatro assessores afastados por ligação com vereadora Tatiana Medeiros

Saiba quem são os assessores afastados

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A Procuradoria-Geral da Câmara de Teresina se manifestou após novo cumprimento de mandados pela Polícia Federal contra assessores ligados a vereadora Tatiana Medeiros. De acordo com o procurador-geral Pedro Rycardo Couto, duas assessoras estavam lotadas no gabinete da vereadora, que segue ativo. O outro servidor, Stênio Ferreira, estava lotado na presidência por indicação da vereadora. Stênio era o único assessor que continuava com o cadastro ativo, ele é padrasto de Tatiana e além da Câmara, ele tinha cargos na Secretaria Estadual de Saúde e Alepi.  E nas horas vagas ainda era cantor. 

“Todas as decisões do judiciário que chegarem a esta Casa serão cumpridas. Eles não podem ter contato com as pessoas aqui da Casa, nem no local e esta ligada a investigação da Polícia Federal", afirmou.

A Polícia Federal não determinou o tempo de afastamento dos servidores. Anteriormente, durante o cumprimento de mandados da Operação Escudo Eleitoral, a Polícia Federal já havia determinado o afastamento de uma servidora, identificada como Emily, assessora da parlamentar. Agora, com os novos mandados, foram afastados Stênio Ferreira Santos, assessor especial da presidência indicado por Tatiana Medeiros, e outras duas assessoras Edilene Pinho e Dariele de Melo. 

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Segundo a Câmara, os assessores Stênio Ferreira, Edilene Pinho e Dariele de Melo foram agora exonerados. Já Emily tinha sido exonerada quando ocorreu a prisão da vereadora.

Segundo o procurador, mesmo com a prisão da vereadora, seu gabinete continua ativo e outros assessores atuam no local. 

“O gabinete conta com outros funcionários. Ele em tese está funcionando, nós não recebemos nenhuma decisão judicial a respeito dos demais servidores que ali se encontram”, disse o procurador.

Após a prisão da vereadora, a Câmara de Teresina consultou o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para tratar de uma lacuna normativa, já que o afastamento de pessoas por medida cautelar é uma novidade na Casa. 

“Para tratar a questão com máxima legalidade, nos fizemos uma consulta em abstrato para tomarmos a posição. A Casa é quem vai tomar essa decisão. Nós fizemos esse requerimento, consulta para tomar como base. Hoje o que temos é uma matéria interpretativa e seguiremos a princípio com os 60 dias. Esperamos receber essa resposta antes e tomar a devida posição”, destacou.

 

FONTE/CRÉDITOS: cidadeverde.com
John Silva

Publicado por:

John Silva

John Silva, comunicador, publicitário, empreendedor, atuante em frentes sociais, amante e praticante do bom marketing presencial e digital. Atua em treinamentos profissionalizantes e assessoria de vendas

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